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terça-feira, 14 de abril de 2015

Livre-se da preocupação, relaxe


 
Ultimamente tenho pensado bastante sobre a nossa cultura, e uma das coisas mais estranhas é a “preocupação“, vivemos num mundo em que anda todo o mundo preocupado com alguma coisa e em que ficamos ofendidos quando alem nos diz “relaxe“, basta ligar a televisão e alguém conhecido morreu, ou alguma catástrofe afligiu um qualquer país distante, as vacas já estiveram loucas, os pintos constipados, o vizinho costuma estacionar de forma estranha por isso deve ser terrorista, e a história continua… Seja com corrupção tráfico de influências, inflação, a crise energética… a lista nunca mais acaba.
Eu não tenho dúvidas de que as pessoas sempre se preocuparam com tudo. Dale Carnegie em “Como Evitar Preocupações e Começar a Viver”, que foi publicado em 1944, está carregado com histórias do início do século sobre as preocupações das pessoas que eram sobre todo o tipo de coisas. Mas de facto tal como Dale Carnegie refere de forma categórica e explicada em vários pontos, estar preocupado não tem qualquer sentido nem utilidade. Vou então deixar-lhe aqui algumas razões que mostram a inutilidade de estar preocupado, mas mais, vou-lhe provar que estar preocupado pode ser uma atitude ou estado de espírito prejudicial para a sua saúde e que aprender a relaxar é fundamental para o seu bem-estar.

As coisas nunca acontecem da forma que imaginamos

Quando está preocupado, não está mais do que a tentar prever o futuro. Está a pensar, “Eu sei que vai correr mal”. Mas pensar assim não tem qualquer sentido, porque VOCÊ NÃO CONHECE O FUTURO, apenas sabe que as coisas nunca acontecem como imaginamos. Por isso para quê estar preocupado? Relaxe o que tiver de acontecer acontecerá, não vai conseguir saber tudo nem controlar o mundo.

Estar preocupado significa que abdicou do seu poder

Algumas pessoas estão tão entrincheiradas em preocupações que não conseguem ver que existe outra forma para viver. A preocupação retira-lhe o poder de ser pro-activo. Mas a verdade é que você tem total controlo sobre a forma como reage às situações, então porque é que abdica desse poder de forma tão inocente ?

A preocupação não produz absolutamente nada

Porquê perder o seu tempo e energia com uma coisa que não o leva a lado nenhum ? Quando se preocupa com qualquer coisa isso muda alguma coisa ? Utilize o seu tempo e empenho em algo produtivo como por exemplo relaxar.
“Deixe de se preocupar e comece a viver” – Dale Carnegie

A preocupação distorce a realidade


Nós vivemos num tempo em que as pessoas vivem mais anos, tem um melhor acesso a cuidados de saúde (mesmo que se diga o contrário esta é a realidade), as pessoas tem oportunidades ilimitadas para prosperar tanto financeira como pessoalmente, hoje em dia qualquer pessoa pode viajar para qualquer parte do mundo em pouco tempo, existe um grande acesso a todo o tipo de informação e material educativo. Claro que existem riscos e potenciais perigos, mas a preocupação apenas os aumenta de forma despropositada e impede-nos de ver as oportunidades e a quantidade infindável de possibilidade ao nosso dispor.
“Enquanto estamos focados no medo, preocupação, ou ódio, não nos é possível experimentar a felicidade, entusiasmo ou amor.” – Bo Bennett

Estar preocupado faz mal à saúde

Estar preocupado não é um estado natural e tem efeitos adversos na sua saúde, mesmo na sua saúde física e não só mental. Quando se preocupa com alguma coisa existe sempre um aumento de stress e ansiedade causando uma subida da sua pressão arterial, aumenta também os níveis de ácido do estômago, dores de cabeça e rigidez muscular, entre muitas outras coisas.

A Preocupação não é natural

As crianças preocupam-se ? Os animais preocupam-se ? Todos os adultos se preocupam ? Não hesite nada que diga que por ser humano e adulto se tem de preocupar. A preocupação é uma patologia, uma distorção do nosso estado natural.
Sabe qual é a instrução mais comum da bíblia ? Surpreendentemente não é “ame o próximo” ou “adore a deus”, ou qualquer coisa desse tipo. É simplesmente “não tenha medo”. Não é necessário ser religioso para perceber que este é um bom conselho.
Então como é que se liberta deste nefasto hábito de se preocupar com tudo ? Tal como todos os outros hábitos, pode não ser fácil mudar, mas vou deixar-lhe aqui alguns passos simples que podem ajudar a eliminar a preocupação da sua vida.

Tenha a consciência de que você é que tem o controlo

No livro “Os Sete Hábitos das Pessoas Altamente Eficazes” Steven Covey conta-nos que o primeiro passo para ter uma vida melhor é termos a consciência de que somos livres para escolher a forma como reagimos às nossas circunstâncias. A preocupação é uma escolha, está dentro da nossa cabeça, portanto está na esfera da nossa própria influência.

Reconheça que a preocupação é um hábito

Tal como os hábitos, existe aquele momento em que a preocupação é desencadeada, e pode não ser fácil interromper este processo instintivo, principalmente se sempre foi uma pessoa que se preocupou em demasia sobre tudo. Mas é importante que perceba que qualquer hábito independente das suas raízes, pode ser alterado e em ultimo caso eliminado. A meditação pode ser uma boa forma de reconhecer os seus hábitos nefastos e encontrar um ponto de equilíbrio interno, um silêncio revelador.

Mantenha as coisas em perspectiva

Tal como disse E. Joseph Crossman, “Se quiseres testar a tua memória, tenta lembrar-te o que é que te preocupava à exactamente um ano”, será que ainda está preocupado com as mesmas coisas ? Será que as coisas com que se preocupa hoje o vão preocupar daqui a uma semana, daqui a um ano ? Lembre-se que a vida são dois dias, se passar o primeiro preocupado o segundo vai passar-lhe ao lado.

Enfrente os seus medos

Já pensou na quantidade de quedas que uma criança dá para aprender a andar ? Já alguma desistiu por ter medo de cair ? Os nossos medos na grande maioria apenas existem enquanto não os enfrentamos. Por exemplo que tem medo de falar em publico e isso o preocupa… Só vai passar quando tiver a oportunidade de falar em publico algumas vezes, até lhe parecer natural. No final vai perceber que afinal não era assim tão difícil.

Não tente controlar tudo

Veja se percebe, você não vai conseguir controlar o mundo inteiro. O que tem realmente de acontecer acontecerá, aprenda a relaxar e a aceitar as coisas que não controla, é única coisa que pode fazer nestes casos. Porque você não controla o mundo, tem de aprender a reagir de forma positiva ás coisas que lhe acontecem.

Não se leve tão a sério

Se você falhar qual é o problema ? Se fizer asneira da grossa não é o fim do mundo. Você é assim tão importante que o mundo para quando faz asneira ? As derrotas são apenas temporárias. Os erros e os falhanços são apenas os degraus do sucesso, lembre-se do que disse Thomas Edison.
“Eu não falhei uma única vez. Apenas descobri 10,000 maneiras diferentes que não funcionam.” – Thomas A. Edison
“Eu sou um homem velho e passei por muitas catástrofes na minha vida, mas a maioria nunca aconteceu” – Mark Twain
preocupação é um veneno perigoso, não o deixe apoderar-se da sua vida e sugar a sua energia vital. Relaxe, a vida é mudança, dinamismo, imprevisibilidade, a vida não é uma ciência exacta em que tudo acontece segundo o que estava programado, a única certeza é que antes de si muita gente por cá passou e sim… você vai morrer e depois de si muito mais pessoas vão nascer. Portanto, não se preocupe, a vida são dois dias, divirta-se todos os dias da sua vida, relaxe e aproveite a vida ao máximo.

quarta-feira, 25 de março de 2015

A influência dos aspectos emocionais no envelhecimento




Ser jovem é ter vivacidade, é estar conectado consigo mesmo, com suas experiências de vida.

No ponto de vista emocional as pessoas envelhecem quando elas avançam no seu ciclo de vida, que é constituído de inúmeras etapas, do nascimento até a morte. Esse avanço dá-se de acordo como elas viveram, e com isso a personalidade vai se desenvolvendo, se organizando e se constituindo. E é essa personalidade e história de vida, que se apresenta quando é chegado ao envelhecimento.
“Como são esses aspectos que se manifestam, posso pressupor que a pessoa que conduziu a sua vida mais conectada com o seu tempo, se atualizando, buscando acompanhar as mudanças, e aceitando-as, é uma pessoa mais disposta a viver de forma jovial, e mantém uma atitude jovial”, segundo a psicóloga Valéska Walber.

Ser jovem é ter vivacidade, é estar conectado consigo mesmo, com suas experiências de vida, possibilitando que, com o avanço da idade ela tenha possibilidade de dar conta das demandas que surgem, e se manter atualizada. Já a pessoa que não vem se revendo, e se repensando, ao longo do ciclo de vida, vem envelhecendo há muito tempo, chegando na etapa do envelhecimento com uma série de questões pendentes, dando à personalidade uma característica envelhecida, pesada e acomodada.

“Isso está ligado com o conhecimento acerca de si mesmo e no quanto a pessoa veio trabalhando emocionalmente estes aspectos, as dificuldades que enfrentou e como ela reagiu com essas dificuldades, se resolveu ou foi deixando para trás, escondendo e adiando os necessários encaminhamentos,afirma a psicóloga.

Os estudos acerca do envelhecimento humano apontam cada vez mais para essa necessidade de preparo. “Psicologicamente falando, o melhor preparo é irmos nos revendo através de reflexões, tratamentos psicológicos, participando de grupos de auto ajuda ou conversando com amigos, e isso em todas as etapas do ciclo de vida sem deixar muitas pendências” completa.


(Psicóloga Valéska Walber: “a pessoa que não vem se revendo e se repensando, vem envelhecendo há muito tempo” / Foto: DM/Mariele Barth)


Outra questão importante, do qual os estudos revelam, é a influencia da ansiedade na saúde emocional. Cada vez mais a relação de quadros de ansiedade e stress, estão correlacionados a quadros de Alzheimer, Hipertensão , doenças auto-imunes de uma forma geral. Alguns estudos também mostram a relação entre stress intenso e Parkinson, nos apontando a importância da tranqüilização na reversão ou estabilização de alguns quadros.


Por isso desde sempre deve-se procurar ter maior cuidado com a saúde emocional para ter um envelhecimento mais saudável. “Devemos primeiramente cuidar das nossa emoções para que elas não impactem no nosso organismo, e fazer isso ao longo das etapas de vida nos permite chegar no envelhecimento com uma lucidez emocional mais intensa e seguros de nós mesmos, com mais qualidade de vida e relacionamentos”, conclui ela.

Depressão - Sintomas e causas




Quais são os sinais e sintomas de depressão

Pessoas com depressão não experimentam todas os mesmos sintomas. A gravidade, freqüência e duração dos sintomas variam de acordo com o indivíduo e sua doença depressiva em particular.
Os sintomas de depressão incluem:
* Tristeza persistente, ansiedade e sentimento de “vazio”.
* Pessimismo e falta de esperança.
* Sentimento de culpa, inutilidade e desamparo.
* Falta de interesse em atividades que antes eram prazerosas, incluindo sexo.
* Fadiga e falta de energia.
* Dificuldade de concentração, de lembrar detalhes, e de tomar decisões.
* Insônia ou sono excessivo.
* Comer demais ou ter falta de apetite.
* Pensamentos suicidas, e tentativas de suicídio.
* Dores persistentes, dor de cabeça, cólicas ou problemas digestivos que não melhoram com tratamento.

Causas de depressão

Não há uma causa única para depressão. Ao invés disso, a depressão é resultado de várias causas com combinação de fatores genéticos, bioquímicos, ambientais e psicológicos.
Pesquisas indicam que doenças depressivas são transtornos cerebrais. Tecnologias de imagem do cérebro, como ressonância magnética, têm mostrado que o cérebro da pessoa com depressão parece diferente. As partes do cérebro responsáveis por regular o humor, pensamento, apetite e comportamento parecem funcionar anormalmente. Adicionalmente, importantes neurotransmissores (químicos que as células cerebrais usam para se comunicar) parecem desequilibrados. Porém, as imagens não revelam as causas da depressão.
Alguns tipos de depressão tendem a ocorrer em membros da mesma família, sugerindo relação genética. Porém, depressão também pode ocorrer em pessoas sem histórico familiar de transtornos depressivos. Pesquisas genéticas indicam que o risco de depressão resulta de influência de múltiplos genes agindo em conjunto com o ambiente ou outros fatores.
Adicionalmente, trauma, perda de pessoa querida, dificuldade de relacionamento, ou situação estressante podem engatilhar episódio de depressão. Episódios subseqüentes de depressão podem ocorrer com ou sem o gatilho.

O que é a depressão infantil ?




Ao contrário do que muitos pensam, criança também sofre de depressão. A depressão que sempre pareceu um mal exclusivo dos adultos hoje em dia afeta cerca de 2% das crianças e 5% dos adolescentes do mundo.

Diagnósticar depressão é mais difícil nas crianças, pois os sintomas podem ser confundidos com malcriação, pirraça ou birra, mau humor, tristeza e agressividade. O que diferencia a depressão das tristezas do dia-a-dia é a intensidade, a persistência e as mudanças em hábitos normais das atividades da criança.

Costuma manifestar-se a partir de uma situação traumática, tais como: separação dos pais, mudança de colégio, morte de uma pessoa querida ou animal de estimação.

Sintomas:

Sentimentos de desesperança.
Dificuldade de concentração, memória ou raciocínio.
Angústia.
Pessimismo.
Agressividade.
Falta de apetite.
Tronco arqueado.
Falta de prazer em executar atividades.
Isolamento.
Apatia.
Insônia ou sono excessivo que não satisfaz
Desatenção em tudo que tenta fazer.
Queixas de dores.
Baixa auto-estima e sentimento de inferioridade
Idéia de suicídio ou pensamento de tragédias ou morte.
Sensação freqüente de cansaço ou perda de energia
Sentimentos de culpa.
Dificuldade de se afastar da mãe.

Medos e aflições de abandono e rejeição.

Ao primeiro sinal de depressão, os pais devem acolher a criança e encaminhá-la a um profissional o mais rápido possível. Na maioria das vezes, o apoio da família e a psicoterapia são suficientes. Somente a partir dos 6 anos de idade, é necessário, em alguns casos, intervir com medicamentos. A depressão infantil desencadeia várias outras doenças tais como: anorexia, bulimia, etc.

domingo, 22 de março de 2015

Livre-se da preocupação, relaxe




Ultimamente tenho pensado bastante sobre a nossa cultura, e uma das coisas mais estranhas é a “preocupação“, vivemos num mundo em que anda todo o mundo preocupado com alguma coisa e em que ficamos ofendidos quando alem nos diz “relaxe“, basta ligar a televisão e alguém conhecido morreu, ou alguma catástrofe afligiu um qualquer país distante, as vacas já estiveram loucas, os pintos constipados, o vizinho costuma estacionar de forma estranha por isso deve ser terrorista, e a história continua… Seja com corrupção tráfico de influências, inflação, a crise energética… a lista nunca mais acaba.

Eu não tenho dúvidas de que as pessoas sempre se preocuparam com tudo. Dale Carnegie em “Como Evitar Preocupações e Começar a Viver”, que foi publicado em 1944, está carregado com histórias do início do século sobre as preocupações das pessoas que eram sobre todo o tipo de coisas. Mas de facto tal como Dale Carnegie refere de forma categórica e explicada em vários pontos, estar preocupado não tem qualquer sentido nem utilidade. Vou então deixar-lhe aqui algumas razões que mostram a inutilidade de estar preocupado, mas mais, vou-lhe provar que estar preocupado pode ser uma atitude ou estado de espírito prejudicial para a sua saúde e que aprender a relaxar é fundamental para o seu bem-estar.


As coisas nunca acontecem da forma que imaginamos

Quando está preocupado, não está mais do que a tentar prever o futuro. Está a pensar, “Eu sei que vai correr mal”. Mas pensar assim não tem qualquer sentido, porque VOCÊ NÃO CONHECE O FUTURO, apenas sabe que as coisas nunca acontecem como imaginamos. Por isso para quê estar preocupado? Relaxe o que tiver de acontecer acontecerá, não vai conseguir saber tudo nem controlar o mundo.

Estar preocupado significa que abdicou do seu poder

Algumas pessoas estão tão entrincheiradas em preocupações que não conseguem ver que existe outra forma para viver. A preocupação retira-lhe o poder de ser pro-activo. Mas a verdade é que você tem total controlo sobre a forma como reage às situações, então porque é que abdica desse poder de forma tão inocente ?

A preocupação não produz absolutamente nada


Porquê perder o seu tempo e energia com uma coisa que não o leva a lado nenhum ? Quando se preocupa com qualquer coisa isso muda alguma coisa ? Utilize o seu tempo e empenho em algo produtivo como por exemplo relaxar.
“Deixe de se preocupar e comece a viver” – Dale Carnegie

A preocupação distorce a realidade

Nós vivemos num tempo em que as pessoas vivem mais anos, tem um melhor acesso a cuidados de saúde (mesmo que se diga o contrário esta é a realidade), as pessoas tem oportunidades ilimitadas para prosperar tanto financeira como pessoalmente, hoje em dia qualquer pessoa pode viajar para qualquer parte do mundo em pouco tempo, existe um grande acesso a todo o tipo de informação e material educativo. Claro que existem riscos e potenciais perigos, mas a preocupação apenas os aumenta de forma despropositada e impede-nos de ver as oportunidades e a quantidade infindável de possibilidade ao nosso dispor.
“Enquanto estamos focados no medo, preocupação, ou ódio, não nos é possível experimentar a felicidade, entusiasmo ou amor.” – Bo Bennett

Estar preocupado faz mal à saúde

Estar preocupado não é um estado natural e tem efeitos adversos na sua saúde, mesmo na sua saúde física e não só mental. Quando se preocupa com alguma coisa existe sempre um aumento de stress e ansiedade causando uma subida da sua pressão arterial, aumenta também os níveis de ácido do estômago, dores de cabeça e rigidez muscular, entre muitas outras coisas.

A Preocupação não é natural

As crianças preocupam-se ? Os animais preocupam-se ? Todos os adultos se preocupam ? Não hesite nada que diga que por ser humano e adulto se tem de preocupar. A preocupação é uma patologia, uma distorção do nosso estado natural.
Sabe qual é a instrução mais comum da bíblia ? Surpreendentemente não é “ame o próximo” ou “adore a deus”, ou qualquer coisa desse tipo. É simplesmente “não tenha medo”. Não é necessário ser religioso para perceber que este é um bom conselho.

Então como é que se liberta deste nefasto hábito de se preocupar com tudo ? Tal como todos os outros hábitos, pode não ser fácil mudar, mas vou deixar-lhe aqui alguns passos simples que podem ajudar a eliminar a preocupação da sua vida.

Tenha a consciência de que você é que tem o controle

No livro “Os Sete Hábitos das Pessoas Altamente Eficazes” Steven Covey conta-nos que o primeiro passo para ter uma vida melhor é termos a consciência de que somos livres para escolher a forma como reagimos às nossas circunstâncias. A preocupação é uma escolha, está dentro da nossa cabeça, portanto está na esfera da nossa própria influência.

Reconheça que a preocupação é um hábito

Tal como os hábitos, existe aquele momento em que a preocupação é desencadeada, e pode não ser fácil interromper este processo instintivo, principalmente se sempre foi uma pessoa que se preocupou em demasia sobre tudo. Mas é importante que perceba que qualquer hábito independente das suas raízes, pode ser alterado e em ultimo caso eliminado. A meditação pode ser uma boa forma de reconhecer os seus hábitos nefastos e encontrar um ponto de equilíbrio interno, um silêncio revelador.

Mantenha as coisas em perspectiva

Tal como disse E. Joseph Crossman, “Se quiseres testar a tua memória, tenta lembrar-te o que é que te preocupava à exactamente um ano”, será que ainda está preocupado com as mesmas coisas ? Será que as coisas com que se preocupa hoje o vão preocupar daqui a uma semana, daqui a um ano ? Lembre-se que a vida são dois dias, se passar o primeiro preocupado o segundo vai passar-lhe ao lado.

Enfrente os seus medos

Já pensou na quantidade de quedas que uma criança dá para aprender a andar ? Já alguma desistiu por ter medo de cair ? Os nossos medos na grande maioria apenas existem enquanto não os enfrentamos. Por exemplo que tem medo de falar em publico e isso o preocupa… Só vai passar quando tiver a oportunidade de falar em publico algumas vezes, até lhe parecer natural. No final vai perceber que afinal não era assim tão difícil.

Não tente controlar tudo

Veja se percebe, você não vai conseguir controlar o mundo inteiro. O que tem realmente de acontecer acontecerá, aprenda a relaxar e a aceitar as coisas que não controla, é única coisa que pode fazer nestes casos. Porque você não controla o mundo, tem de aprender a reagir de forma positiva ás coisas que lhe acontecem.

Não se leve tão a sério

Se você falhar qual é o problema ? Se fizer asneira da grossa não é o fim do mundo. Você é assim tão importante que o mundo para quando faz asneira ? As derrotas são apenas temporárias. Os erros e os falhanços são apenas os degraus do sucesso, lembre-se do que disse Thomas Edison.
“Eu não falhei uma única vez. Apenas descobri 10,000 maneiras diferentes que não funcionam.” – Thomas A. Edison
“Eu sou um homem velho e passei por muitas catástrofes na minha vida, mas a maioria nunca aconteceu” – Mark Twain
preocupação é um veneno perigoso, não o deixe apoderar-se da sua vida e sugar a sua energia vital. Relaxe, a vida é mudança, dinamismo, imprevisibilidade, a vida não é uma ciência exacta em que tudo acontece segundo o que estava programado, a única certeza é que antes de si muita gente por cá passou e sim… você vai morrer e depois de si muito mais pessoas vão nascer. Portanto, não se preocupe, a vida são dois dias, divirta-se todos os dias da sua vida, relaxe e aproveite a vida ao máximo.

Tratamento para ataques de pânico



Ataques de pânico

Estas condições são passíveis de ser tratadas com terapia comportamental cognitiva, medicação, e uma combinação das duas. A terapia comportamental cognitiva é geralmente vista como a forma mais eficaz de tratamento para ataques de pânico, desordem de pânico e agorafobia.
Esta terapia foca-se nos padrões de pensamento e comportamento que mantêm ou provocam os ataques de pânico. Isto ajuda-o a ver os seus medos de uma forma mais realista.
Por exemplo, se tiver um ataque de pânico enquanto está a conduzir, o que pode acontecer de pior?
Se encostar à berma da estrada, não irá colidir com outro carro nem sofrer um ataque cardíaco. Assim que compreender que os seus medos são pouco lógicos, a experiência do pânico torna-se menos assustadora.
Na terapia de exposição, será exposto a sentimentos de pânico num ambiente seguro, tendo a oportunidade de aprender a monitorizar os sintomas, diminuindo o seu medo das sensações provocadas por um ataque de pânico e dando-lhe o sentimento de controlo.


Os medicamentos usados para ataques de pânico incluem

  • Antidepressivos (demoram algumas semanas a fazer efeito, por isso têm de ser tomados continuamente, e não apenas quando ocorrerem ataques de pânico).
  • Benzodiapezinas (têm um efeito rápido, normalmente entre 30 minutos e 1 hora, aliviando os sintomas de um ataque de pânico.
Contudo, são extremamente viciantes e têm vários efeitos secundários, devendo ser utilizadas com precaução.


A escolha do terapeuta

As desordens de ansiedade podem ser tratadas por quase todos os profissionais de saúde mental, incluindo psiquiatras, psicólogos, assistentes sociais clínicos e enfermeiras de psiquiatria. Encontrar o terapeuta certo pode ser complicado, pois as credenciais não são o único factor a tomar em consideração. É importante que se sinta confortável, portanto fale com o terapeuta, quer pessoalmente quer por telefone, e não se sinta envergonhado se se sentir desconfortável e quiser procurar outro especialista. Para que se sinta confortável com o seu terapeuta, recomenda-se que consulte mais do que um antes de tomar uma decisão.

Auto-estima - Como aprender a gostar de si mesmo




Por NATHABIEL BRANDEM

A Forma como nos sentimos acerca de nos mesmos é algo que afeta crucialmente todos os aspectos da nossa experiência, desde a maneira como agimos no trabalho,no amor, no sexo, até o
modo como atuamos como pais. Interfere provavelmente até onde subiremos na vida .
Nossas reações aos acontecimentos do cotidiano são determinadas por quem e pelo que pensamos que somos. A auto-estima é a chave para o sucesso ou para o fracasso, e também a chave para entendemos os outros.
Além dos problemas biológicos da ansiedade e da depressão ao medo da intimidade ou do sucesso, ao abuso de drogas ou álcool, as deficiências na escola ou no trabalho, ao espancamento de companheiros e filhos às disfunções sexuais ou à imaturidade emocional, ao suicídio ou aos crimes violentos-que não esteja relacionado com uma auto-estima negativa. De todos os julgamentos que fazemos, nenhum é tão importante quanto o que fazemos sobre nós mesmos. Auto-estima positiva é
requisito importante para uma vida satisfatória.
Auto-estima tem dois componentes: sentimento de competência pessoal e o sentimento de valor pessoal.
Auto-estima-Soma da autoconfiança com o auto-respeito. Julgamento implícito de nossa capacidade de lidar com os desafios da vida entender e dominar os problemas e o direito de ser feliz, respeitar e defender os próprios interesses e necessidades.
Ter uma auto-estima elevada é sentir se confiantemente adequado à vida, competente e merecedor.
Ter uma auto-estima baixa é sentir–se inadequado a vida, errado como pessoa.
Auto-estima média é flutuante entre sentir-se adequado ou inadequado, certo ou errado é manifestar essa inconsistência nos comportamento-às vezes agindo com
sabedoria, às vezes como tolo reforçando a incerteza.
Auto-estima é sempre uma questão de grau. Não há pessoas que seja totalmente carente de auto-estima positiva, nem que seja incapaz de desenvolver auto-estima.
É uma experiência íntima, reside no cerne do nosso ser. É o que penso e sinto sobre mim mesmo, não o que o outro pensa e sente sobre mim.
Quando crianças, nossa autoconfiança e nosso respeito podem ser alimentados ou destruídos pelos adultos-conforme tenhamos sido respeitados, amados, valorizados e encorajados a confiar em nos mesmos. Em nossos primeiros anos de vida , nossas escolhas e decisões são muito importantes para o desenvolvimento futuro de nossa auto-estima. Estamos longe de ser meros receptáculos da visão que as outras pessoas têm sobre
nós. Seja qual tenha sido nossa educação quando adultos o assunto está em nossas próprias mãos.
Ninguém pode respirar por nós, ninguém pode pensar por nos, ninguém pode nos dar autoconfiança e amor próprio.
Posso ser amado por minha família, por companheiro ou companheira, mesmo assim não amar a mim mesmo. Ser admirado por todos e ver –me como um inútil.
Posso preencher todas as expectativas dos outros, e, no entanto falhar em relação as minhas, posso conquistar todas as honras e sentir que não cheguei a nada.
Ser adorado por todos e despertar todas as manhas sensação de fraude e vazio.
Chegar ao “sucesso” sem conquistar uma auto-estima positiva e ser condenado a sentir-se um expositor
que aguarda intranqüilo ser desmascarado.
Aclamação dos outros, os conhecimentos, as posses materiais, o casamento. Essas coisas podem as vezes fazer com que nos sintamos melhor sobre nós temporariamente,
Ou mais confortáveis, mas conforto não é auto-estima.
A tragédia é que existem muitas pessoas que procuram à autoconfiança e a auto-estima em todos os lugares, menos dentro delas mesmas, e assim fracassam em sua busca.
Auto-estima positiva um tipo de conquista espiritual. Quando começamos a entender auto-estima como uma condição da consciência teremos uma avaliação positiva.
Pararemos de acreditar que se pudermos causar uma boa impressão nos outros, se tivesse mais uma
promoção, se então, realmente me sentiria em paz comigo mesmo...
Percebemos que a busca é irracional que o anseio será sempre “por mais um”.
Se tiver auto-estima é julgar que sou adequado à vida, a experiência de competência e do valor, se auto-estima é a auto-afirmação da consciência, de uma mente que confia em si, então ninguém pode gerar essa experiência a não ser eu mesmo.
A verdadeira auto-estima não se expressa pela autoglorificaçaõ a custa dos outros, ou pelo ideal de se tornar superior aos outros, ou de diminuir os outros para se elevar.A arrogância e a superestima de nossas capacidades são atitudes que refletem uma auto-estima inadequada,não é excesso de auto-estima .
Uma das características mais significativas da auto-estima saudável.
Estado da pessoa que não está em guerra consigo mesma ou com os outros.

sábado, 21 de março de 2015

Ataques de Pânico e de Ansiedade são o mesmo?





Um ataque de pânico é um episódio intenso de medo e receio. São usualmente acompanhados de uma necessidade de fugir, escapar, ir para um lugar seguro. Os ataques de pânico também podem ser acompanhados, mas não necessariamente, por stress e um ou todos os fortes sintomas físicos, tais como tremores, dificuldade em respirar, palpitações, desconforto ou dores no peito, náuseas, tonturas, hiperventilação, etc.
A desordem de ataque de pânico (também referida como desordem de ataque de ansiedade) afecta cerca de 3% da população adulta mundial (de idades entre os 18 e os 54). Embora todas as pessoas experienciem uma breve ansiedade de vez em quando, a desordem de ataque de pânico é persistente, regular e afecta a vida normal do individuo.
A desordem de ataque de pânico afecta o individuo física, psicológica, emocional e espiritualmente. Começa usualmente por se manifestar num pequeno ataque inexplicável, que se transformará em medo persistente. Felizmente, a desordem de ataque de pânico não tem de durar uma vida inteira. Pode ser tratada, e é fácil faze-lo, com a informação, ajuda e apoio necessários. O pior que pode fazer é não fazer nada!
A desordem de ataque de pânico nunca passa por si só, e quanto mais tempo demorar a ser tratada, mais grave se torna. Se sofre de desordem de ataque de pânico, saiba que pode controlar de novo a sua saúde… natural e permanentemente. Poderá ter uma vida normal de novo… e sem medicamentos! Não sofra desnecessariamente.
Existem várias categorias associadas a desordens de ansiedade, cada uma com as suas causas e características especificas. Enquanto alguns sintomas associados a uma determinada categoria são únicos, a maioria dos sintomas são comuns a todos os tipos.
A desordem de pânico é descrita como um súbito ataque de terror, medo intenso, ou sentimentos de um perigo iminente. Isto pode ser imediatamente seguido de sintomas como palpitações, náuseas, afrontamentos, dores no peito, dormência das mãos e pés, tonturas, pensamentos irracionais, medo de perder o controlo, e outros sintomas.
A duração de um ataque é em média de 30 minutos, mas os sintomas e os efeitos secundários do ataque podem durar muito mais tempo. A desordem de pânico afecta cerca de 3% da população e inicia-se normalmente na adolescência ou nos primeiros anos da idade adulta, e afecta mais as mulheres do que os homens.
Contudo, estas estatísticas podem estar erradas, pois, devido à relutância dos homens em procurar ajuda profissional, não temos dados concretos. Se diagnosticada cedo, a desordem de pânico pode ser tratada com sucesso. Mas, se não for tratada inicialmente, pode agravar-se. Contudo, com os métodos de tratamento actuais, a taxa de sucesso na cura é alta.
Um ataque de pânico é o sentimento repentino de ansiedade e medo. O coração bate mais depressa e sente-se dificuldade em respirar. Poderá até pensar que está louco ou que vai morrer. Se não for tratado, os ataques de pânico podem conduzir a desordem de pânico e outros problemas.

Perceber os ataques de pânico

Em muitos dos casos, os ataques de pânico surgem do nada, sem aviso prévio e sem razão óbvia. Podem até ocorrer quando está a dormir. Um ataque de pânico pode ocorrer uma só vez, mas a maioria das pessoas experiencia repetições destes episódios. Por vezes, os ataques de pânico são causados por uma situação especifica, como atravessar uma ponte ou falar em publico, especialmente se esse tipo de situação já causou um ataque de pânico anteriormente.
Normalmente, a situação causadora do ataque de pânico é uma situação em que se sente preso, sem escape possível. Poderá experienciar um ou mais ataques de pânico sem sofrer de qualquer desordem, mas também pode experienciar ataques de pânico por sofrer de desordem de pânico, fobia social ou depressão. Seja qual for a causa, os ataques de pânico têm cura. Existem vários tratamentos e estratégias de auto-ajuda que o auxiliarão a lidar com os sintomas.

Sinais e sintomas de um ataque de pânico

Os ataques de pânico ocorrem frequentemente quando está longe de casa, mas podem ocorrer em qualquer lado, a qualquer momento. Os sintomas de um ataque de pânico desenvolvem-se rapidamente e atingem o seu auge em cerca de 10 minutos. A maioria dos ataques de pânico dura entre 20 e 30 minutos, e raramente chegam a durar mais do que uma hora. Um ataque de pânico inclui a combinação dos seguintes sinais e sintomas: dificuldade em respirar ou hiperventilação, sensação de engasgue, sensação de absorção da realidade, suores, náuseas, tonturas, dormência, afrontamentos, medo de morrer, de perder o controlo ou de ficar louco.

É um ataque de pânico ou um ataque cardíaco ?

Maior parte dos sintomas de um ataque de pânico são físicos, e por vezes são confundidos com os sintomas de um ataque cardíaco. De facto, várias pessoas que sofrem de ataques de pânico vão repetidas vezes ao médico para receber tratamento para aquilo que consideram ser um ataque cardíaco.

Sinais e sintomas de desordem de pânico

Várias pessoas experienciam ataques de pânico isolados, sem repetição ou complicações. Não há razão para se preocupar se teve apenas um ou dois ataques de pânico. Contudo, aqueles que experienciam repetidamente estes episódios têm tendência a desenvolver desordem de pânico. Esta doença do foro psicológico é caracterizada por repetidos ataques de pânico, combinados com grandes mudanças de comportamento ou ansiedade persistente. Poderá sofrer de desordem de pânico se experiencia frequentemente inesperados ataques de pânico, se preocupa muito com a possibilidade de ter outro ataque de pânico, tem um comportamento diferente devido aos ataques de pânico. Enquanto um único ataque de pânico dura apenas alguns minutos, os efeitos da experiencia duram muito mais. A recordação do terror e medo intensos tem um impacto negativo na sua auto-confiança e pode causar serias disrupções no seu dia-a-dia.

Desordem de pânico e agorafobia

A agorafobia foi tradicionalmente descrita como medo de espaços públicos e abertos. Contudo, hoje em dia, acredita-se que a agorafobia se desenvolve como uma consequência dos ataques de pânico. Se tiver agorafobia, sentirá medo de ter outro ataque de pânico numa determinada situação da qual seja difícil sair. Devido a este medo, começará a evitar cada vez mais situações de interacção social. Poderá começar por evitar multidões, como em centros comerciais e estádios. Também poderá evitar carros, aviões, metropolitano, e outras formas de viajar. Em casos mais graves, poderá sentir-se seguro apenas em casa. As situações ou actividades que poderá querer evitar se tiver agorafobia são: estar longe de casa, ir a qualquer lado sem a companhia de uma pessoa «segura», ir a sítios de onde não é fácil sair, conduzir, ir a sítios onde seria embaraçoso ter um ataque de pânico. Apesar de a agorafobia poder aparecer a qualquer momento, normalmente manifesta-se um ano após os primeiros ataques de pânico persistentes.

Causas dos ataques de pânico e da desordem de pânico

Apesar de ainda não se conhecer ao certo as causas dos ataques de pânico e da desordem de pânico, existe uma tendência para estes casos ocorrerem em famílias. Parece também haver uma ligação entre grandes mudanças na vida, como licenciar-se e entrar para o mercado de trabalho, casar-se, ou ter um filho. Stresses traumáticos, como a morte de um ente querido, divórcio ou perder o emprego também podem despoletar os ataques de pânico. Estes ataques podem ainda também ser causados por condições médicas e causas físicas. Se sofre de sintomas de pânico, é importante que consulte um médico para excluir as seguintes possibilidades: prolapso da válvula mitral, problemas cardíacos, hipertiroidismos, hipoglicemia, uso de estimulantes (anfetaminas, cocaína, cafeína), alergia a certa medicação.

terça-feira, 10 de março de 2015

A Importância do Auto-Conhecimento


Por que se conhecer ? Esta é uma pergunta que só você poderá responder. E este é um dos próprios motivos que me leva a olhar constantemente para dentro. É olhando para o nosso interior, examinando e transcendendo nossos padrões herdados de nossos pais, de nossos familiares e da própria cultura e sociedade que poderemos encontrar um sentido em nossas vidas, uma resposta para a pergunta que a maioria de nós tem na mente: "Para que estamos vivos ?"

O auto-conhecimento nos leva a uma profunda viagem ao nosso interior, fazendo nos compreender por que reagimos a uma determinada situação, tornando-nos capazes de fazer uma escolha mais consciente, e que consequentemente nos levará à uma satisfação e sentido de vida cada vez mais significativo.

Desde a mais tenra infância, fomos criando "couraças" para proteger nossa verdadeira essência. Fomos adquirindo padrões sócio-culturais que quando são rígidos e inflexíveis bloqueiam nosso processo de desenvolvimento. Vamos "levando" a vida, escutando apenas o que os outros, a sociedade e os nossos padrões nos dizem para fazer, muitas vezes, não dando ouvidos à nossa própria voz que vem do nosso coração, do nosso interior.

Muitos nem sequer tem consciência dessa voz interior, outros tentam silenciá-la a qualquer custo. Estão ainda iludidos pelas pressões, determinações e medos impostos pela sociedade e pelo próprio ego: "Mas o que vão pensar de mim se eu fizer isto?"

Certas pessoas têm medo do que pode vir a acontecer, mas esquecem que a vida está presente no agora. E é no agora que o coração, que o Ser clama para que o sigamos, confiando e fluindo, pois é aí que está a verdadeira evolução e o verdadeiro aprendizado que trará a paz e a satisfação interior.

Assim, o auto-conhecimento nos leva ao des-envolvimento de nossa Consciência, transcendendo as "couraças" e indo em direção da nossa verdadeira essência de Amor, uma viagem que exige mais coragem do que segurança.
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